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domingo, 21 de março de 2010

A MODA NO EGITO ANTIGO: VESTUÁRIO E MAQUIAGEM.






A história do Egito antigo tem cerca de 3500 anos. Para ser estudado, um período tão longo teve que ser dividido. Uma divisão aceita atualmente apresenta este período em três Reinados (Antigo, Médio e Novo), de acordo com suas características políticas, com “vários períodos intermediários”. Em termos de moda e costumes, interessa saber que praticamente não houve diferenças entre os Reinados Antigo e Médio, mas que o início do Novo Reinado, em cerca de 1570 a.C., foi um marco para mudanças.
É fácil visualizar o vestuário Egípcio antigo, uma vez que se considere o modo particular pelo qual artistas da época representavam figuras humanas.
A reprodução, num único plano (duas dimensões), de uma figura espacial (três dimensões) é uma tarefa que requer alguns truques artísticos, como por exemplo, o uso da perspectiva e de jogos de luzes e sombras para dar a impressão de profundidade. Contudo, para os artistas do antigo Egito, apresentar detalhes das figuras humanas era (aparentemente) mais importante do que representar o que poderia ser visto em uma determinada posição do espectador, isto é, um ângulo de visão a cada vez. O efeito buscado era que o espectador pudesse saber o que seria visto de diferentes ângulos ao mesmo tempo, como a frente e as laterais das figuras humanas, algo impossível na realidade. Esta característica peculiar da representação humana no Egito Antigo permite que hoje se conheçam mais detalhes do vestuário e dos costumes daquela época.

VESTUÁRIO
O clima quente e ensolarado do Antigo Egito determinou que roupas leves de linho fossem as preferidas da maioria dos egípcios. Embora uma série de exemplos de tecidos do Novo Reinado tenham sobrevivido, estudos das roupas e textiles do antigo Egito são ainda baseados no estudo de pinturas de parede, relevos e esculturas.

Produção de roupas
A manufatura têxtil e de costura foram as duas únicas áreas da economia que permaneceram, predominantemente, em mãos femininas. Por um longo tempo foram principalmente as mulheres que trabalharam na fiação e na tecelagem. Muito destes trabalhos foram incorporados dentro de casas mais ricas e aristocráticas da nobreza.
Fiação, tecelagem e costura de roupas era uma atividade importante em todos os níveis da sociedade. Senhoras do Harém Real estavam envolvidas nela como em uma empresa comercial, e as esposas de camponeses e trabalhadores produziram roupas para sua família e trocavam o excedente.
A maioria das roupas no antigo Egito era feita de linho; poucos itens eram feitos de lã. Algodão não fora introduzido até o período cóptico (Cristão).
O linho era fiado do caule da planta de mesmo nome. Ao descascar, bater e juntar as tiras simples de fibra, longas fitas se formavam e então poderiam ser fiadas. Os fios eram torcidos e enrolados em bolas e armazenadas para serem tecidos. Diferentes espessuras eram obtidas, dependendo do produto final desejado. O fio mais fino era produzido a partir das plantas mais novas.
A tecelagem foi feito primeiro em teares horizontais, que muitas vezes eram apenas estacas fincadas no chão (os trabalhadores tinham que se agachar para trabalhar) e, mais tarde, durante o Reinado Novo, em teares verticais. Ferramentas de costureira incluíam facas (feitas primeiro de pedra, mais tarde de cobre, bronze e ferro) e agulhas (de madeira, osso ou metal).
Vários corantes vegetais eram por vezes aplicados antes da tecelagem, fios amarelos ou azuis, mas a maioria era deixada na sua cor natural. Após a tecelagem, o linho poderia ser branqueada de sol para produzir um pano branco atraente.

Simples e práticas
O vestuário do egípcio mediano variou pouco durante a história, mas o Reinado Novo foi um marco quanto aos costumes relativos à moda, quando foram modificados alguns costumes.
Duas alças no ombro ajudavam as pessoas a se trocarem. Alguns acreditam que os seios expostas eram sinal de vestido desgastado. Outros argumentavam que as alças estreitas eram uma convenção artística e que, na vida real, as alças eram grandes o suficiente para cobrir os seios. Todas as figuras e as poucas roupas sobreviventes apoiam o último ponto de vista. Deve ser considerado que os antigos egípcios provavelmente não considerassem um peito nu como uma indecência. Uma variação popular deste vestido tinha um top de manas curtas, com uma abertura no pescoço para unir as alças.
No Reinado Novo muitos homens e mulheres usavam um manto que poderia ser dobrado de várias maneiras. Duas peças retangulares de tecido, cada uma com cerca de 1,2 metro por 1,5 metro eram costuradas no lado mais estreito, deixando um espaço para o pescoço. Esse acessório era fácil de ser produzido e podia ser usado por um homem ou uma mulher dependendo da finalidade. Uma vez que uma mulher colocava o manto, ela deveria levantar as duas pontas inferiores, trazendo-as para frente e dar um nó sob os seios. Esse manto era freqüentemente possuía pregas verticais.

Homens
Homens comumente vestiam-se com saiotes curtos de linho com uma aba presa aos ombros, e mulheres usavam vestidos longos. Durante o Novo Reinado a moda se tornou mais complexa, com intrincados “plissados” introduzidos nas túnicas e nos vestidos. Os egípcios ricos usavam linho mais fino e leve. O linho Real “semi-transparente” era o mais fino de todos. Peles, principalmente de leopardos, eram usados por sacerdotes e pelo faraó para rituais religiosos importantes. Vestimentas e chapéus elaborados eram usados pela realeza para ocasiões cerimoniais.
Os saiotes masculinos eram um pouco mais curtos no Reinado Antigo, mas nas classes mais altas a tendência da moda era para modelos mais longos.
O saiote se alongou gradualmente durante o Reinado Médio, quando era frequentemente acrescido de uma faixa de linho com dobraduras (“drapeado”) folgado sobre o ombro o qual formava um manga, curta de início, que foi se tornando mais longa.
O tecido, às vezes pregueado, era enrolado em torno da cintura e mantido no lugar por um cinto. Muito pouca costura era usada.

Mulheres
Diferente do que ocorre no mundo ocidental moderno, as roupas das mulheres do antigo Egito tendiam a ser mais conservadoras do que as masculinas. Durante os Reinados Antigo, Médio e Novo, a moda feminina era vestir simple sheath dress.
As túnicas femininas eram feitas de uma peça retangular longa de tecido com uma abertura cortada no centro para passar a cabeça. O pano era dobrado ao meio, e as laterais eram costuradas, deixando aberturas para os braços. A túnica podia cobrir um ou dois ombros, ou ser recortada em tiras nos ombros. A parte superior da túnica ficava a qualquer altura entre o pescoço e logo abaixo dos seios, e a costumeiramente chegava aos tornozelos. O ajuste era apertado ou ligeiramente folgado. Um cinto ajudava no ajuste.
Mantos diáfanos com mangas largas e curtas feitas de linho especialmente fino produzido na Síria se tornou de bom gosto no Reinado Novo.
O xale (ou “sari”) era muito popular entre as mulheres de classe alta no Reinado Novo. Ela consistia de um pedaço de pano de aproximadamente 1,2 metro de largura por 4,3 a 4,6 metros de comprimento. Um canto era amarrado com um cordão em volta da cintura, no lado esquerdo. Passava-se longitudinalmente todo o material de volta, reunindo-se alguns plissados para juntá-los com o cordão pela frente, passando-se o restante em torno da frente e por trás outra vez,sobre o ombro esquerdo, em torno da volta, sobre o ombro direito e atirando-se o restante para trás, sobre o ombro esquerdo, e por fim dando a volta para amarrá-lo no cinto. Esse xale era muitas vezes feito de material pregueado. Acessórios comuns incluíam uma capa plissada e uma longa faixa colorida contornando e alcançando quase o chão pela frente.
A arte egípcia mostra crianças nuas até a puberdade. No Reinado Médio, algumas crianças vestem roupas de linho semelhantes às dos adultos, principalmente nos meses de inverno. Em algumas pinturas de tumbas, tanto meninos como meninas vestem túnicas de linho. Crianças usam jóias sob a forma de brincos, colares, pulseiras, braceletes e tornozeleiras, e as meninas usam também adornos nos cabelos. Durante o Reinado Novo, tranças típicas de crianças mostravam diferentes estilos.
Servos, via de regra, realizavam seus trabalhos nus ou vestidos com pouca coisa como um simples avental, uma saia ou uma pequena tanga.

ACESSÓRIOS
Egípcios antigos adoravam acessórios da moda com jóias incluindo colares, anéis, tornozeleiras e braceletes. Trabalhadas cuidadosamente, as jóias não eram apreciadas apenas por serem bonitas e valiosas, mas também pelo seu valor mágico que garantia proteção espiritual a quem as usava. Mesmo as peças não preciosas, meramente decorativas, eram consideradas amuletos protetores e símbolos de boa sorte.

Cabelos
Durante o Reinado Antigo, homens e mulheres mantinham seus cabelos basicamente curtos e simples, embora houvesse variações no estilo. Cabelos eram um local popular para serem colocados adornos e amuletos; amuletos em forma de um pequeno peixe eram presos nos cabelos das crianças, talvez para protegê-las dos perigos do Nilo.
No período do Reinado Novo, os cortes de cabelo se tornaram muito mais estilizados e sofisticados. Tanto homens como mulheres usavam seus cabelos mais longos. Flores e fitas eram agora usados para decorar o cabelo das mulheres. A mulher de um egípcio de alta posição social tinha a cabeça raspada com a exceção de pequenos tufos de cachos, um estilo distintivo que era identificado como Núbio e com o respectivo grupo étnico.
Durante todo o período antigo, um único estilo de cabelo se reservava às crianças, que tinham as cabeças raspadas, mantendo apenas uma longa trança do lado esquerdo; isso era reconhecido como sinal de juventude. Este sinal em forma de S servia como símbolo hieroglífico para infância ou juventude, e era usado por meninos e meninas até o início da puberdade.
Ao menos no Novo Reinado, sacerdotes raspavam não só os cabelos mas todos seus pelos do corpo, principalmente como precaução contra piolhos e carrapatos, cuja presença era considerada ofensiva durante a adoração aos deuses.

Perucas
Os acessórios mais importantes da moda egípcia antiga eram as perucas, negras, brilhantes, talvez pela associação com a vitalidade da juventude. Era um modo de esconder a idade. Contudo, haviam aplicações mais importantes. Cabelos naturais poderiam ser espessos o suficiente para proteger dos raios diretos do sol em um dia de verão ou para manter a cabeça aquecida em uma noite fria de inverno. Por outro lado, uma cabeleira espessa era desconfortável quando estava muito quente dentro dos recintos, além de ser e um terreno propício para piolhos. A solução era simples: egípcios com recursos poderiam cortar o cabelo curto e usar uma peruca.
Os egípcios eram famosos pelas suas perucas, em geral feitas com cabelos trançados em inúmeras diferentes formas, desde as mais simples até as mais elaboradas. Ao contrário de muitos usuários de peruca de hoje, os egípcios eram muito orgulhosos de suas perucas e não faziam nenhum esforço para fingir que eram cabelos naturais, nem se preocupavam em esconder o cabelo natural sob a peruca. Pinturas e esculturas mostram freqüentemente uma área de cabelo natural entre a fronte e a peruca. De qualquer modo, embora as perucas mais caras fossem feitas com cabelo humano real, o design e a estrutura eram tais que seria quase impossível confundir uma peruca com o cabelo natural.
Peças de cabelo em forma de cachos e tranças eram por vezes adicionados aos cabelos naturais, mesmo em indivíduos relativamente pobres, embora perucas completas fossem mais comuns. Muitas perucas eram extremamente complexas, arranjadas em cuidadosas tranças e cordões. Embora fossem comumente feitas de cabelos, algumas tinham uma entretela feita de fibras vegetais sob a superfície, o que poderia ser responsável pelo aspecto volumoso e denso.
Mulheres frequentemente usavam perucas trançadas muito longas e pesadas, o que fazia com que fossem consideradas mais atraentes. Homens geralmente usavam perucas mais curtas que as das mulheres, mas seu estilo era algumas vezes mais elaborado. Perucas eram usadas em ocasiões públicas e em banquetes e deveriam ser perfumadas com frequência.
Mulheres do Reinado Antido usavam perucas com duas ou três camadas de tranças muito apertadas na parte superior da cabeça que desciam de ambos os lados e nas costas. Poderia ou não haver uma parte no meio. Várias camadas eram adicionadas umas sob as outras para tornar as laterais mais volumosas.
Fibra de palmeira era usada para fazer um gorro que se ajustasse à cabeça. Cabelos puros ou misturados com fibras vegetais e lã eram trançados, enrolados ou dobrados em tranças delgados, e colados ao corro com cera de abelha ou resina. Vários corantes eram usados para produzir a desejada coloração negra. A estrutura básica permaneceu a mesma ao longo da história egípcia, mas muitas variações eram possíveis, e o estilo variava ao longo do tempo com a idade, o sexo e a classe social do portador.
Além de terem ou não uma parte no meio, perucas do Reinado Velho variavam em comprimento. As mais simples chegavam entre a altura dos ombros e um pouco abaixo das orelhas. Dois estilos muito populares deixavam o cabelo descer para os seios. A “peruca tripartite”, como o nome sugere, era dividida em três partes; dois prolongamentos por trás das orelhas, dois nas laterais do rosto e na parte da frente do corpo até os seios, um prolongamento para baixo na parte traseira.
A peruca envolvente era semelhante em tamanho, mas cobria os ouvidos. O comprimento das tranças variava para que pudessem cair livremente sobre os seios na frente, sobre os ombros, e descer de volta para as omoplatas

MAQUIAGEM E COSMÉTICOS
Cosméticos não eram considerados um luxo, e a maioria das pessoas, dos simples camponeses até o próprio faraó as usavam. A única diferença estava na qualidade dos produtos. Homens e mulheres seguiam a última moda em cortes de cabelo, maquiagem e vestuário.
Os antigos egípcios, tanto homens quanto mulheres, usavam no olho maquiagens características, Rouge e óleos perfumados que suavizam a pele e evitam queimaduras de sol e os danos dos ventos de areia.
Não só os homens e mulheres do Egito usavam maquilagem, mas também as estátuas de seus deuses e deusas eram adornadas com todos estes diferentes tipos de cosméticos. Quanto maior o status da pessoa, mais roupas e maquiagem usavam.
O sol e o calor necessário tornavam o uso de maquiagem algo mais do que apenas complementos de beleza para a pele, mas uma garantia de boa saúde. Egípcios se banhavam com freqüência, até várias vezes por dia. Ungüentos e óleos eram aplicados sobre a pele em ambos os sexos. Uma mistura popular era feita de extratos vegetais misturados com a gordura de gatos, crocodilos e hipopótamos.
Maquiagem para os olhos era regularmente utilizadas proteção contra o brilho do sol e contra insetos portadores de doenças. Ocre vermelho era aplicado nos lábios e bochechas pelas mulheres pela mesma razão que usam maquiagem atualmente. Os cuidados com os cabelos envolviam preocupações com a infestação por piolhos. Muitos resolviam o problema raspando a cabeça e usando perucas. As perucas poderiam formar espaço para o ar fluir entre ela e o couro cabeludo, refrescando a cabeça e isolando do calor excessivo do sol. As mulheres mantinham a cor de seus cabelos naturais atritando-os em uma mistura de óleo e ensopado de sangue de um gato preto ou de um touro.

Maquiagens egípcias para os olhos
A maquiagem para os olhos no Egito antigo era extremamente elaborada e criava a aparência amendoada que se tornou característica dos antigos egípcios. A história deste tipo de maquiagem remonta o ano 4000 AC. Eram usados concentrados de cor para cílios, pálpebras e sobrancelhas. As cores favoritas eram preto e verde. Os pós utilizados eram colocados em uma paleta para serem misturados com água até formar uma pasta.



“Kohl”, o cosmético negro para os olhos no Egito antigo
O colorido negro da maquiagem para os olhos no antigo Egito era feita com Kohl, uma mistura de galena com fuligem, estocado em potes ricamente decorados.
O cosmético verde para os olhos no Egito antigo
A maquiagem verde para os olhos era obtida da malaquita, um minério de cobre encontrado na forma de hidroxi-carbonato de cobre no deserto do Sinai, que quando esmagado fornece um pigmento verde vibrante muito usado em pinturas na antiguidade.
A maquiagem para os olhos não era usada por apenas por motivos estéticos. Médicos egípcios prescreviam o uso de Kohl em casos de doenças oculares, provavelmente conjuntivites, pois a galena tem qualidades desinfetantes. Kohl também protegia a região em torno dos olhos contra o sol e servia como repelente de moscas. Tão logo nasciam as crianças, seus olhos eram circundados com Kohl, pois acreditava-se que ficariam protegidas de “maus olhados”. Acreditava-se também que a maquiagem verde evocava o Olho de Horus, Deus do Céu e do Sol.



O Rouge no Egito antigo
Egípcios antigos usavam um tipo de rouge para colorir seus lábios e bochechas. Este cosmético era obtido do pigmento “ocre vermelho”, composto de óxido de ferro hidratado. Este pigmento já era utilizado nas pinturas pré-históricas. O minério era retirado do solo, lavado para a separação da areia e então seco ao sol, ou por vezes queimado para realçar a cor natural.
Esmalte de unhas e tinturas de cabelo no Egito antigo
Egípcios antigos usavam um tipo de henna para pintar suas unhas e colorir seus cabelos. A cor e a condição das unhas por muito tempo foram uma indicação do estatus na sociedade.
Henna é um corante obtido a partir de folhas e brotos do arbusto “henna”, nativo das regiões tropicais e subtropicais da África. Após deixar as folhas e brotos na terra, secando ao sol, eram moídas em uma paleta e misturadas com água até formar uma pasta. A henna também era usada como uma planta medicinal e para limpeza e resfriamento da pele.
Henna era usada também para colorir os dedos dos Faraós e nobres antes da mumificação; as primeiras documentações históricas sobre a henna foram traços encontrados nos dedos de múmias de Faraós.
Incensos, Perfumes e Óleos
Os antigos egípcios usavam diversos perfumes obtidos de fragrâncias derivadas de flores, plantas e sementes, misturadas em cremes feitos de gorduras animais e óleos como o caríssimo “balanos” ou o óleos mais comuns como o “óleo de castor”. Também usavam como base mirra, frankincense, cardamom e cinnamom.

Há numerosas representações de convidados a banquetes e reuniões públicas usando um cone de incenso sobre suas pesadas perucas. Os cones de incenso podem ser encontrados em homens e mulheres, feitos de incenso aromático misturado a gordura.
De início acreditava-se que esses cones perfumados deveriam gradualmente derreter com o calor, escorrendo na peruca e na vestimenta, supostamente tornando a pessoa “na moda e notada”. Entretanto, parece improvável que as pessoas quisessem que suas roupas e as perucas caras e elaboradas ficassem manchadas e embaraçadas com gordura solidificada.
Atualmente se cogita que os cones de incenso serviam apenas para garantir que as perucas ficassem perfumadas. Tais cones nunca foram encontrados pela arqueologia, e parece plausível que os cones apenas ilustravam algo que não poderia ser representado graficamente (o perfume).

Referências bibliográficas
http://www.egyptologyonline.com/chronology.htm
http://www.egyptologyonline.com/dress.htm
http://www.egyptologyonline.com/wigs_&_hair.htm
http://www.king-tut.org.uk/ancient-egyptians/egyptian-make-up.htm
http://www.womenintheancientworld.com/women%20in%20ancient%20egypt.htm

5 comentários:

  1. Em nenhuma parte do texto foi informado que o povo do Egito Antigo era negro, segundo nos confirma o autor Mário Schmidt. E é importante saber que o Egito fica no norte da África, portanto, o povo egípcio não poderia ser de pela clara e cabelos lisos.
    Os europeus, na Idade Média, fizeram questão de esconder essa informação pois a própria Igreja Católica (que tinha o poder econômico, político e cultural na I. Média da Europa) afirmava que os negros não possuíam alma!!!

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  2. E ainda tem gente que faz guerra por essa maldita igreja

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  3. eu queria saber a roupa comum das mulheres do antigo egito

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  4. muito bom o artigo!! parabens XD

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